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Uma geração de oportunidades

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Com tantas novidades tecnológicas, que superam nossas expectativas diariamente, cada vez mais buscamos oportunidades que ofereçam interação, conexão e diálogos.

Ricardo Gomez / Unsplash

Chegamos ao décimo quinto artigo sobre o BS In. Quinze textos que vão te provocar, te tirar da zona de conforto e vão bagunçar as suas crenças e convicções. Para encerrar com chave de ouro, vamos falar de um pessoal que usa e abusa do advento das novas tecnologias em busca de protagonismo e significado. Há uma geração de youtubers que simboliza esse tempo.

O que eles procuram? Expressar opinião, disseminar conhecimento, ser reconhecido por algo! Claro que esse espaço é democrático e nem tudo que está na internet, por exemplo, é unanimidade ou sinônimo de qualidade, algo incontestável. É fundamental saber filtrar. Nós, do BS Project, acreditamos que vivemos a era em que existe uma grande quantidade de pessoas idolatradas, como nunca antes, colocando o ser humano no centro de tudo e evidenciando que as tecnologias são os meios para essa evolução.

E esse movimento de humanização se manifesta em várias áreas, invertendo a lógica que imperava até então. Esse novo olhar que traz o ser humano como protagonista é traduzido em uma frase, que resume com exatidão o novo antropocentrismo, destacada na fala de Patricia Carneiro, branded strategist, speaker do BS Festival 2018.

“Antes as marcas se tornavam pessoas. Agora as pessoas são marcas”.

Ales Dusa / Unsplash

Atrelado a essa nova visão, nasce uma nova buzzword, que será o rótulo de uma época em que cada pessoa será uma marca, uma hashtag #, uma arroba @, underline _ , desafiando aquela abordagem inicial que tínhamos de nós mesmos.

Já ouviu falar em “mebrand”? Essa palavrinha é a tradução parcial do que estamos nos tornando. Grifes ambulantes que tentam o tempo todo construir e reforçar um estilo de vida. Não podemos afirmar ainda se isso é bom ou ruim, e nem queremos entrar nesse mérito. Independente disso, o assunto coloca novamente a discussão sobre o humano. Melhor dizendo, um novo ser humano.

Chegamos ao final de um conjunto de ideias apresentadas em quinze artigos, ao longo de dois meses e meio. É chegada a hora, se você ainda não fez isso, de parar para refletir. Responda a si mesmo três perguntas para que esses conceitos sejam tangibilizados da melhor maneira possível dentro da sua realidade:

1 – Essas verdades fazem algum sentido para mim?

2 – Se sim, como as transformo em insights poderosos?

3 – E por fim, como transformo esses insights em ativos tangíveis e vantajosos dentro do meu negócio?

Depois de tudo que te apresentamos, temos certeza que essas perguntas possuem respostas e nós temos as soluções adequadas para te ajudar, usando análises apuradas do seu segmento, cases reais para te inspirar e metodologias capazes de transformar esses conceitos em práticas diárias na sua organização. Fale com a gente!

Jay Sadoff / Unsplash
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