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Seis verdades que vão mudar a sua mentalidade

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Para ajustar a mente e fincar os pés no mindset da nova economia é preciso beber da fonte do conhecimento, e ela está ao seu alcance.

O mundo está mudando e nós estamos em movimento, no sentido das novas soluções e na busca do autoconhecimento. Nosso grupo é totalmente desacomodado no que diz respeito ao novo, aos processos de inovação. Acreditamos que existe uma transformação no modelo mental e comportamental das pessoas, representando uma nova era, afinal, nós somos Black Sheeps, as ovelhas negras. Se isso te sugere que somos altamente tecnológicos, pode ser que sim, mas acreditamos que as grandes transformações do futuro estão nas pessoas.

O Black Sheep Project é um movimento que se questiona o tempo inteiro sobre porque as coisas são como são e, por meio da educação, em espaços pouco convencionais, pretende transformar a mentalidade das empresas para que se joguem de vez em um novo modelo de negócios, uma nova economia. As respostas para isso são fruto de um trabalho de inteligência compartilhada, um trabalho de cocriação. Como resultado, a extração do “puro malte” de uma imersão de ideias, de uma série de reflexões e projeções de tendências.

Ser uma Black Sheep é pensar e repensar o modelo, saindo da zona de conforto (Jonah Pettrich / Unsplash)

Em setembro de 2018, o quarto distrito de Porto Alegre recebeu o BS Festival, um dos maiores e mais inusitados festivais de inovação do Brasil, reunindo dois mil inscritos e um total de cinco mil participantes, espalhados por 14 hubs na região do Bairro Floresta. Do evento, surge o BS IN, um report que condensa toda a inteligência gerada nas mais de 120 palestras e experiências. Um catálogo de aproximadamente 100 páginas que qualquer empresa poderá ter em mãos e que levará à compreensão das dinâmicas de transformações mais contemporâneas.

Dentro desse report, acredite, foram desdobradas seis grandes verdades que partem do princípio que a verdadeira disrupção está no comportamento humano, e que a tecnologia é apenas um meio para isso. Para nós, do Black Sheep Project, realizadores do BS Festival, essas verdades influenciarão diretamente na forma como as empresas devem se adequar ao modelo mental de uma economia que está cada vez mais baseada na criatividade, nas transformações tecnológicas e nos impactos sociais.

Energia éolica, produzida a partir do vento que é um recurso abundante e renovável, é um exemplo de criatividade, tecnologia e pouca geração de impacto (Jason Blackeye / Unsplash)

Você está convencido de que é uma Black Sheep e quer entrar de sola no conceito dessa nova economia? Está na hora da disrupção, de flertar com o novo, de acreditar nas tendências do futuro. As seis verdades a seguir, vão embasar mudanças culturais dentro e fora das empresas. Serão a base para qualquer organização que queira estar sintonizada com o espírito do tempo. Está preparado? Cuidado, você pode perder algumas noites de sono, refletindo sobre o que você vai ler nas próximas linhas.

1 – Revolução da consciência: primeiro é preciso questionar a forma de existir para depois falar de inovação. Em outras palavras, grande parte das respostas para os problemas corporativos não está no âmbito dos próprios negócios, e sim no âmbito da mentalidade das pessoas dentro das organizações. E aqui está o terreno da verdadeira disrupção.

2 – Desnormatização: Na época do império romano, já foi habitual pessoas se digladiarem até a morte com fins de entretenimento. Atualmente, é normal passar 40 horas da semana fazendo algo que se detesta, trapacear para ganhar dinheiro e devastar florestas inteiras em busca de um suposto desenvolvimento.  A normose é um conjunto de hábitos socialmente aceitos que nos levam à infelicidade e à improdutividade. É chegada a hora em que tudo será desnormatizado para que novas consciências e acordos sociais surjam para melhorar nossas vidas, gerar novos nexos e aumentar nossa produtividade e satisfação.

3 – Remodelagem extrema: é necessário entender que o mundo físico, social, político, econômico e cultural é composto por sistemas e linhas de códigos que regem suas regras, meios e efeitos. Diante desse contexto, um dos grandes vetores para impulsionar a criatividade e gerar inovações impactantes será por meio de associações e analogias aparentemente desconexas, mas que no processo de manipulação, acabam gerando ideias e soluções nunca antes imaginadas.

A transformação está nas pessoas e a tecnologia é o meio para isso (Rawpixel / Unsplash)

4 – Busca de significados: geramos terabytes de dados, mas a maioria ainda continua obscura. Falamos, falamos e falamos, mas conversamos verdadeiramente muito pouco. Mesmo diante dessa realidade, parece que finalmente estamos começando a entender que experiências geram um grau infinitamente maior de significância nas pessoas, que as jornadas são mais importantes do que os destinos e que a vida precisa ser motivada não somente pelos objetivos, mas pelas razões de tentar alcançá-los.

 5 – Novos códigos culturais: empreendedorismo deixa de ser um segmento para se tornar um estilo de vida e uma atitude. A definição de sucesso começa a ser ressignificada, gerando novos comportamentos de consumo e trabalho. O mundo está ficando blur (difícil de ser entendido). Finalmente, fazer passa a ser infinitamente mais relevante do que saber (sim, estamos saindo da era dos especialistas para a era dos fazedores). Como tudo isso vai impactar sua empresa e definir a abordagem de uma cultura organizacional vencedora?

6 – Um novo antropocentrismo: vivemos uma era onde consideramos fortemente a possibilidade de, pela primeira vez na história, desacoplar o papel da cognição de nossos cérebros, transferindo esse poder para as máquinas. E isso já é uma realidade, o aplicativo Waze, por exemplo, já decide por nós o caminho que vamos fazer. Porém, parece que quanto mais tecnológico o mundo fica, de mais humanidade ele precisa. E isso será um dos principais caminhos para empresas que queriam verdadeiramente ser autênticas e possuir grande poder de engajar pessoas.

Em algumas situações ser diferente é fundamental (Topich / Unsplash)

BS IN na incubadora

Ao longo do BS Festival, e com o apoio da coordenação do GPRS (Grupo de Planejamento do Rio Grande do Sul), observadores de novas tendências foram alocados nos 14 hubs, munidos de um canvas como base, anotando tudo o que consideravam relevante. Após a primeira fase, o grupo foi reunido para classificação, interpretação e amadurecimento das informações coletadas. Tudo foi organizado em 27 vetores de transformação e desdobrado nas seis grandes verdades para transformar. Quer ter acesso ao BS IN? Ele é gratuito e está ao seu alcance em:

https://blacksproject.typeform.com/to/V5rQmK

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