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Novos caminhos passam a fazer mais sentido

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Além do empreendedorismo como life style, os novos códigos culturais apontam para novas tendências de comportamento.

Tim Marshall / Unsplash

Questionar tudo o que vimos até então pode parecer loucura para muitos de nós, mas se pararmos para pensar bem, veremos que em algum momento de nossas vidas a dúvida pairou sobre nossas cabeças. É aquele momento clássico que nos perguntamos se estamos realmente nos movimentando por algo que nos agrega e dá amplo sentido à nossa existência. Por muito tempo, as pessoas foram condicionadas a um modelo mental de definição de sucesso e de felicidade. Com o passar dos anos, diversas vezes, nos vemos divididos entre optar por um ou por outro. Chegamos a um verdadeiro imbricamento entre os dois. O que é prioridade?

Sobrepondo a felicidade ao sucesso, pode acreditar, você está buscando por novos códigos culturais. Além da ideia de que o empreendedorismo deixou de ser um segmento e passou a ser um estilo de vida, nós acreditamos que existem outras manifestações que apontam para novos caminhos e nos levam ao questionamento sobre tudo o que vimos até então. E justamente começamos pela desconstrução de conceitos como sucesso e movimentos que visam sempre o topo. Sair de uma grande empresa, com um grande cargo, para buscar a felicidade em situações de menos prestígio já é uma realidade.

Vivemos também um momento em que o conhecimento por si só não basta. É preciso tangibilizar, materializar e, acima de tudo, fazer. Em vez da era dos especialistas, estamos na era dos fazedores. O fim da linearidade e a vez dos fazedores acontece em um mundo fluído e sem definições claras, ou seja, sem contornos. É cada vez mais comum a imprecisão na tentativa na definição das coisas. Não existem mais gavetas sólidas e sim multidisciplinaridades liquidas e gasosas.

Além disso, a colaboração surge como novo status quo. No novo paradigma tecnológico, os ativos são descentralizados. Sendo assim, operam em rede, necessitando imprescindivelmente de colaboração, transparência e confiança. Assim como a colaboração, uma visão pós digital nasce como uma experiência integrada. Não há mais diferenças entre o digital e o analógico. O all line exige uma postura holística em que tudo se resume a uma experiência incrível.

Hello I M Nick / Unsplash

Outra manifestação de suma importância e que nos define enquanto black sheeps é a autonomia e o propósito. A humanização e a consolidação de times auto-organizados e alinhados à grandeza de um único propósito que norteia todas as decisões e frentes de atuação é o que nos move, enquanto organização. Como chancela dessas manifestações, algumas constatações sobre os novos códigos culturais começam a se consolidar. Veja o que alguns speakers do BS Festival 2018 falaram sobre essa nova realidade:

“A evolução das pessoas nascidas no século XX acontecia de forma vertical. Cada passo fazia a pessoa subir. Já no século XXI, esse processo é mais horizontal, com o indivíduo precisando se atualizar a todo momento. A geração Z vai ter uma trajetória em espiral, com grandes altos e baixos e uma trajetória nada linear. Exemplo: intercâmbio, sair de uma grande empresa para montar o próprio business, etc.”, Dado Schneider, professor e consultor de empresas.

“Se preocupe com a frente do seu negócio. Você precisa estar perto do seu público. Empodere quem está dentro da sua empresa. Incentive a capacidade de tirar ideias do papel. Menos design thinking, mais design doing”, Francisco Milagres, consultor especialista em organizações exponenciais.

“No futuro, não seremos advogados e engenheiros. Seremos pensadores, originais e criadores de mudanças positivas”, Marília Silveira, co-founder da Elevante.

Seguiremos em frente, pensando e verbalizando fora da caixa!

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