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Há uma revolução adormecida dentro de você

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É preciso primeiro questionar a própria existência para depois pensar em inovação.

Foto: Illia Cherednyche / Unsplash

O que o eu dentro de você fala ao seu ouvido? Você já parou para pensar sobre o sentido das coisas que realiza sistematicamente? É possível que muitas coisas te incomodem, te façam sentir desconforto, e mesmo assim você segue com um engolidor de sapos on, na relação com outras pessoas que também estão no piloto automático. Esse tipo de anestesia social pode cobrar um preço alto lá na frente e, embora nunca seja tarde para mudar, você pode perder muito tempo dentro dessa lógica pouco construtiva.

No mundo dos negócios, falar sobre inovação tornou-se uma tendência, pois há um consenso que o mundo está mudando e por consequência a economia também. O que nós do BS Project defendemos e que as organizações precisam tomar prumo, é o entendimento de que a inovação não é tech e sim mindset. É aí que entra a primeira das seis grandes verdades do BS In, Revolução da Consciência.

A Revolução da Consciência diz que precisamos questionar a forma de existir para depois falar em inovação. Melhor dizendo, grande parte das respostas para os problemas corporativos não está no âmbito dos negócios e sim no âmbito da mentalidade das pessoas que estão inseridas neles. Novos paradigmas estão em jogo. Guto Niche, coordenador de educação e cultura da Universidade La Salle, afirmou em sua palestra, no BS Festival 2018, que “precisamos questionar primeiro a nós mesmos para depois falar de inovação”. Niche ainda afirmou que “não precisamos de novos modelos de negócios, precisamos de um novo modelo de humanidade”. Maluco isso? Para nós, ovelhas negras, faz todo o sentido.

Foto: Joshua Sortino / Unsplash

Ao falar sobre Revolução da Consciência, é importante retomar os vetores que surgem desse conceito e que falamos com muito entusiasmo. O primeiro deles é que as principais disrupções estão no campo da nossa mentalidade e da nossa consciência, e a tecnologia é apenas um meio facilitador. Depois, é importante destacar que, para inovar, nem sempre precisamos de ferramentas sofisticadas e sim de transformar ideias em soluções que resolvam problemas. Por último e não menos importante, é que você deve mergulhar dentro de si. Vá em busca do autoconhecimento e eleve a sua percepção dos fenômenos próprios da existência, da capacidade de discernir e do bom senso. Tim Maia disse que lendo atingiu o bom senso e ele sabia das coisas.


Precisamos questionar primeiro a nós mesmos para depois falar de inovação. Não precisamos de novos modelos de negócios. Precisamos de um novo modelo de humanidade”, Guto Niche, coordenador de educação e cultura da Universidade La Salle .

A decisão é sua. Você pode continuar nesse conceito chato e desinteressante de resistência a mudanças, ou colocar o vulcão que há dentro de você em erupção e caminhar para a transformação do seu modelo mental. Nós não temos dúvidas que será um lindo despertar.  Isso se aplica a qualquer empresa que queira absorver internamente os conceitos contemporâneos de inovação. Nós não estamos aqui dizendo que focar no seu modelo de negócios não é importante, mas que apostar em pessoas é o primeiro e mais importante passo para uma mudança verdadeiramente impactante e positiva.

Foto: Pedro Rodrigues Farias / Flickr

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