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Empreendedorismo como estilo de vida

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A definição de sucesso começa a ter um novo significado, gerando novos comportamentos de consumo e trabalho.

Pode parecer maluco, mas o mundo está ficando difícil de ser entendido. De tudo o que está acontecendo nos últimos tempos, uma coisa é certa, o fazer está ganhando uma relevância infinitamente maior do que o saber. É claro que o conhecimento é importante, todavia estamos em transição da era dos especialistas para a era dos fazedores. A pergunta que não quer calar é como tudo isso vai impactar a sua empresa e definir a abordagem de uma cultura organizacional vencedora?

Não se engane, muitas pessoas sentem-se incomodadas em ter que trabalhar 44 horas por semana, abrindo mão de algo muito valioso e recebendo um salário como indenização. Estamos falando do tempo. O que fazer com o seu tempo, é apenas um dos exemplos do que está sendo demolido na parede das nossas convicções. É uma reconstrução que está em andamento, dando forma a novas maneiras de viver e enxergar as coisas. Certamente isso já está impactando o mundo dos negócios.

Andreas Klassen / Unsplash

É justamente dentro desse conceito de que estamos ingressando na era dos fazedores e que estamos revendo as nossas convicções, que o empreendedorismo surge como um estilo de vida. Empreender deixou de ser uma opção e passou a ser o desejo de muitas pessoas. Basta olhar as novas gerações e suas startups disruptivas, quebrando o gelo dos modelos de negócios ultrapassados. É justamente isso que define a quinta grande verdade do BS IN, Novos Códigos Culturais.

Essa visão foi trazida por um dos principais palestrantes do BS Festival 2018, Jeff Burton. O co-fundador da Eletronic Arts, uma das principais empresas de games do mundo falou sobre o incentivo ao empreendedorismo por parte das empresas do Vale do Silício.

“As empresas do Silicon Valley incentivam as pessoas a empreender. Dão segurança para elas e dizem: Vá montar seu negócio. Se não der certo, ainda temos um emprego para você”.

Uau! Imagine conosco se essa mentalidade fosse expandida para outros lugares do mundo. Como poderíamos crescer com isso. Olhar o todo e não apenas o próprio umbigo. Pessoas atuando de forma colaborativa e todos ganhando com isso. A boa notícia é que essa mentalidade já está por todos os lugares. Existe uma pesquisa realizada pela Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) que aponta que dois a cada três jovens no Brasil desejam empreender. Eles sonham com realização pessoal.

É hora de repensar mesmo o profissional do futuro e como serão as empresas do amanhã. Qual é o estilo de vida que as pessoas desejam ter e quais são as convicções que estão caindo por terra. Todo mundo sonha, todos têm ambições e, muitas vezes, tudo o que vemos e sabemos sobre o outro é apenas a ponta do iceberg.

Thomas Willian / Unsplash
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