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A era mais humana da humanidade

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Uma nova visão sobre cultura, empresas e sociedade, além de representar diferentes formas de enxergar o mundo, também coloca o ser humano em uma posição de centralidade sobre todas as coisas.

Estamos vivendo uma era de mudanças constantes. Cenário em que as tecnologias possuem um papel fundamental, acelerando essas transformações e mudando a nossa forma de pensar. Com isso, a partir de novos hábitos que se estabelecem, estamos mudando o nosso comportamento, seja no trabalho, no consumo e nas relações pessoais.

É exatamente sobre isso que o BS In fala: tecnologias são os meios de acelerar transformações, mas as verdadeiras mudanças pertencem ao âmbito do nosso imaginário, da maneira como pensamos e agimos. Nesse contexto, nossa última grande verdade coloca o ser humano no centro de tudo, trazendo uma manifestação simbólica que traduz o nosso tempo. Estamos falando de “Um Novo Antropocentrismo”.

Chuttersnap / Unsplash

É nesse momento que consideramos fortemente fazer uma limpeza de arquivos no nosso cérebro, desacoplando dele o papel da cognição e transferindo esse poder para as máquinas. Isso já é realidade. Com o aplicativo Waze, por exemplo, não temos mais a necessidade de encontrar lugares, pois a tecnologia desenvolvida trabalha a nosso favor, redirecionando o nosso pensamento para novas reflexões e sentidos.

A grande sacada com isso, é que de quanto mais tecnologia o mundo dispõe, de mais humanidade ele precisa. É nessa hora que devemos pensar como as empresas podem verdadeiramente ser autênticas a ponto de possuir um grande poder de engajamento em todos os seus públicos. Nagib Nassif, fundador do Bolha, trouxe aos espectadores do BS Festival a afirmação que estamos ingressando na era mais humana da humanidade.

“Vamos passar por uma nova revolução industrial em que viveremos a era mais humana da humanidade. Tecnologia acabará sendo commodity e as profissões do futuro serão exponencialmente mais humanas”.

Olha só que interessante, a abundância tech tornará o mundo mais humano. Eis o antagonismo da evolução tecnológica. Enquanto convivemos com previsões de revolução das máquinas e extinção de profissões, na verdade, estamos recondicionando a existência humana, com a incrível possibilidade de buscar o real sentido da nossa existência. A automatização da cognição vai nos proporcionar a busca pelo autoconhecimento.

Guillaume Bolduc / Unsplash

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